Mário Castro: “é um troféu competitivo”

Mário Castro, o piloto fafense que participou no CIN 2017 ao volante de um Ford Fiesta,  faz o balanço que “só pode ser positivo”.

“Partimos para este troféu sem objetivos claros de lutar por qualquer posição uma vez que não seria possível participar em todas as provas mas com o decorrer da época vimo-nos na luta pelas primeiras posições e o 4º lugar final foi excelente para toda a equipa.”

Focado em dar o seu melhor, o quarto classificado da edição anterior está “ciente de que o nosso carro não é, nem de perto nem de longe, o mais competitivo” mas, tal como demonstrado anteriormente, podem “ainda assim fazer coisas interessantes”.

O objetivo para 2018 não está ainda traçado, pelo menos na sua totalidade, dado que “não poderei estar presente em todas as provas” sendo que “vamos para cada uma das provas focados em fazer o nosso melhor e no final logo se verá”.

“É um troféu competitivo, tem bons ralis e bem estruturado.”

Quando questionado sobre o CIN, o conhecido navegador – de Pedro Meireles no CPR – pretende renovar a sua presença no troféu que diz ser bem conseguido e estruturado, “e por isso não vejo necessidade de mudar nada radicalmente”.

Navegado por Ricardo Cunha, também ele um fafense de gema, Mário Castro conta ter umas condições pelo menos idênticas às de 2017 que, não sendo as ideais, “permitem-me encarar a época com o maior profissionalismo possível”.